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Artigos

Tempo Pascal - 2010

A celebração cristã da Páscoa situa-nos no acontecer da ação salvadora de Cristo: Deus "passa" por nossa vida. O Espírito irrompe para invadir da luz de Cristo glorificado, que deu a vida por nós na Cruz.

Cristo é a Luz de Deus que chega a nós, nos invade, nos abre a sua filiação divina: faz-nos filhos do Pai. E herdeiros com Ele. A chama acessa do Círio Pascal o recorda. À  invocação ”Luz de Cristo!” respondemos alegres: Demos graças a Deus!

O acontecimento Pascal é um presente totalmente gratuito. O Espírito atua para que o dom entre em cada um de nós. Purifica-nos, cura nosso interior para que a Luz seja bem recebida e assimilada, e nos predisponha a irradiá-la ao nosso arredor pela força do depoimento.

A Quaresma tem sido o tempo oportuno, o kairós que nos oferece a Igreja para sinalizar nosso caminho interior para a Páscoa. As leituras bíblicas do tempo quaresmal foram sinalizadoras desta  rota. É o Espírito quem, no meio de nossa escuridão, de nosso gemido, de nossas inseguranças, leva-nos pela mão para uma plena vivência batismal.

Recordemos os textos evangélicos que nos acompanharam durante os domingos da Quaresma:

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Mensagem do Papa para o dia da Comunicação


Mensagem do Papa Bento XVI para o 44• dia mundial das Comunicações Sociais

«O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos media ao serviço da Palavra»

[Domingo,16 de Maio de 2010]

 

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Vídeo - Católicos, Bem Vindo ao Lar


Vídeo fantástico feito pela Conferência Episcopal Americana. Neste você encontra algumas verdades que deve levar contigo sempre. Assistam e divulguem!

 

(Esse foi o primeiro de muitos vídeos que serão postados na nossa conta do youtube, adicionem e fiquem atentos para as novidades.)

 

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O mistério da Santíssima Trindade

 

A liturgia sempre nos faz penetrar no mistério de Deus. É uma experiência que fazemos. Vislumbramos as maravilhas de Deus e sentimos as maravilhas que Ele faz por nós. Hoje, entretanto, celebrando a Santíssima Trindade, nós somos colocados frente a frente com Deus. E mais: com sua vida íntima. Mas, é sua própria bondade que nos revela sua intimidade.

Vamos, então, recordar um pouco do que entendemos da Santíssima Trindade. Ela é imensa, inesgotável e sentimos não poder compreender sua totalidade, que para nós se configura como mistério. Pai e Filho e Espírito Santo. Três pessoas em um só Deus que vivem e sobrevivem desde antes de todos os séculos e para sempre. Este é o mistério inesgotável: três pessoas em um só Deus, as quais não tiveram começo e não têm fim. Suprema independência, vida sem tempo e sem antecedentes. Antes da humanidade, desde sempre antes da humanidade, prescindindo dela. Deus é completo em si mesmo. É plenamente livre, livre diante de suas obras sem depender delas. Portanto Deus é o Tudo e a fonte de tudo.

Dentro de si mesmo Deus quis compartilhar-se. Quis ser Pai e o Pai dá vida ao Filho; o Filho aceita esta vida sem separar-se do Pai. Entretanto flui um amor perfeito entre o Pai e o Filho e Deus quis personificar-se neste amor. Surge a terceira pessoa, o Espírito Santo que não se separa do Pai gerador e do Filho gerado. Perfeita participação e perfeita comunhão de amor. É só isto que sabemos; o resto é mistério.

Mas, a realidade parcial de Deus nos foi revelada para que possamos imitá-lo naquilo que, para nós, é vital. Deus cria o universo, põe, na terra, o homem e a mulher feitos à sua imagem, transmitindo-lhes sua vida e dando-lhes tudo o que precisam para terem vida em plenitude.

De repente surge o mal que, com todo o seu cortejo de mistérios, entra no coração do homem e da mulher. Mas, para Deus nada era desconhecido. No entanto, o mal torna o ser humano, um ser decaído e traz ao homem o que há de pior em sua existência: o rompimento da comunhão primordial de amor com Deus e com seus semelhantes. Isto resulta numa catástrofe: nascem solidão e possibilidade de condenação. Porém, está presente o Senhor e Criador, a nos dar sua mão firme para uma libertação através de seus profetas. E na plenitude dos tempos manda-nos o Filho. Após ter cumprido sua missão, o Filho volta para o Pai. Vem, pois, o Espírito Santo que vive sempre conosco e nos defende do mal. Mas, apesar disto a humanidade continua decaída necessitando continuamente superar e abandonar o mal.

Também por este motivo, Jesus institui o sacerdócio ministerial. Ele é composto de homens escolhidos, impelidos pelo Espírito a dedicarem-se mais efetivamente à salvação e a trabalharem para levar a boa nova da salvação de Jesus. O sacerdote é “alter Christus” que conduz homens e mulheres ao próprio Cristo, fortalecendo neles a vocação primordial do amor e da vida em plenitude. Participando desta eucaristia pedimos ao Espírito de Deus que toque forte o coração de outros jovens, para que eles, respondendo a este apelo de amor, não tenham medo de dizer sim.

Devemos orar e trabalhar pelas vocações sacerdotais e religiosas, é preciso que aqueles que são chamados tenham disposição e vigor para abandonar tudo como fez Abraão, Pai de nossa fé.

Luiz César de Proença, OSB
15 de junho de 2003

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