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Eu renasci quando a minha filha foi batizada

"Se houvesse uma chance mínima de que o Batismo fosse um dom verdadeiro, por que negá-lo? O pai que ama os filhos procura o melhor para eles. E o que é melhor que a vida eterna?"

Quando a Francesca nasceu (dia 10/10/10, às 16h10min), a minha conversão ainda me parecia impossível. Mas desde o primeiro instante em que a tive nos braços, era natural querer para ela o melhor. Começando pelo pai dela. Eu tinha que ser melhor do que eu mesmo.

Uma das primeiras coisas que estavam claras para mim era que… ela tinha que ser batizada.

Por causa dos estudos, é claro, mas também por causa da minha formação juvenil, entrei em contato com o esplendor do cristianismo antigo. Eu sabia que não havia como não existir verdade nele. E sabemos como são essas coisas: crescemos, presumimos que somos inteligentes, temos dúvidas, encontramos maus testemunhos e maus mestres, somos afetados por uma razão excludente, incapaz de conectar os aparentes paradoxos… E então…

Mas, graças a Deus, eu conservei um pouco de cérebro e de humildade: se houvesse pelo menos uma mísera chance em um milhão de que o Batismo fosse um dom verdadeiro, por que negá-lo à Francesca? No máximo, teria sido uma bobagem inofensiva.

Mas um pai que ama os filhos procura em primeiro lugar o melhor para eles. E o que poderia ser melhor que a vida eterna? Quem era eu para negar à minha filha o que poderia vir a ser o melhor?

Então, mesmo admitindo que isso custasse certo grau de humildade, decidi, em comum acordo com a mãe dela, que é hoje minha esposa, que a nossa filha seria batizada logo. Tão logo quanto possível.

E foi assim, como entendi depois, que eu próprio me vi batizado mais uma vez. Renascido! Hoje eu posso afirmar isso. De certo modo, renascemos com o batismo, mas também renascemos quando nos tornamos pais. E se renascemos quando os nossos filhos nascem, voltamos a renascer quando os nossos filhos renascem ao serem batizados. Isto é a fé: uma história de renascimentos.

Eu queria o melhor para ela e, certamente, um pai que não acredita em nada não é o melhor que uma criança poderia desejar. E era assim que eu estava: não acreditava em nada nem em ninguém. Nem sequer em mim mesmo.

E de novo: veja como é importante semear bem! Quando eu era criança, adolescente, tive vários bons mestres que plantaram boas sementes. Começando pelo meu pai.

Eu lembrei-me também daquela passagem na qual Jesus promete todo o bem quando pedido em Seu nome (João 14,13-14). E eu pedi. Não foi só a conversão que chegou. Chegou uma alegria completa, imerecida, esmagadora e inimaginável.

E é isso o que eu tenho que testemunhar.


Fonte: Aleteia


João 14,13-14
E tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, vo-lo farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Qualquer coisa que me pedirdes em meu nome, vo-lo farei.


 

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