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Vivamos cada dia da Semana Santa... Sexta-feira Santa

"Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito" (Lc 23,46)

Toda a vida de Jesus está orientada para este momento supremo. Muito a custo, consegue chegar ofegante e exausto ao topo daquela pequena colina chamada "lugar da caveira", Gólgota.

A seguir, estendem-no no chão e começam a pregá-lo no madeiro. Introduzem primeiro os ferros nas mãos, desfibrando-lhe nervos e carne. Depois, é içado até ficar erguido sobre a trave vertical fixada no chão. Por fim, pregam-lhe os pés. Maria, sua mãe contempla a cena.

O Senhor está firmemente pregado na Cruz. Tinha esperado por ela durante muitos anos, e naquele dia cumpria-se o seu desejo de redimir os homens.

Aquilo que até Ele tinha sido um instrumento infame e desonroso, convertia-se em árvore de vida e escada de glória. Invadia-O uma profunda alegria ao estender os braços sobre a cruz, para que todos soubessem que era assim que teria sempre os braços para os pecadores que d'Ele se aproximassem: abertos.

A crucifixão era a execução mais cruel e afrontosa que a Antigüidade conhecia. Um cidadão romano não podia ser crucificado. A morte sobrevinha depois de uma longa agonia. Às vezes, os verdugos aceleravam o fim do crucificado quebrando-lhe as pernas. Ainda hoje são muitos os que se negam a aceitar um Deus feito homem que morre num madeiro para salvar-nos: o drama da cruz continua a ser escândalo para os judeus e loucura para os gentios.

Mas, afinal, por que tanto padecimento? Tudo o que Cristo padeceu é o preço do nosso resgate. Não se contentou com sofrer alguma coisa: quis esgotar o cálice, para que compreendêssemos a grandeza do seu amor e a baixeza do pecado; para que fôssemos generosos na entrega, na mortificação, no espírito de serviço.

Ele quis sofrer tudo isso por você e por mim. E nós, não havemos de saber corresponder? Só o nosso "não querer" pode tornar vã a Paixão de Cristo.


Vivamos cada dia da Semana Santa

 

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