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As 12 Promessas do Sagrado Coração de Jesus

Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências do Seu Divino Amor sobre os que Lhe tributarem essa divina honra

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus é evocada em dois significativos episódios do Evangelho:

O gesto de São João, discípulo amado, que encosta a cabeça em Jesus durante a Última Ceia. Neste acontecimento, vemos o consolo de Cristo na véspera da Sua morte. (cf. Jo 13,23);

O momento em que o soldado abre com uma lança o lado de Jesus crucificado. Neste acontecimento, vemos o consolo de Cristo na véspera da Sua morte. (cf. Jo 13,23);
Esses dois relatos do Evangelho nos preparam para o apelo que Jesus fez em 1675 a Santa Margarida Maria Alacoque:

Eis este Coração que tanto tem amado os homens. Não recebo da maior parte senão ingratidões, desprezos, ultrajes, sacrilégios e indiferenças. Eis que te peço que a primeira sexta-feira depois da oitava do Santíssimo Sacramento (Corpus Christi) seja dedicada a uma festa especial para honrar o Meu Coração, comungando, neste dia, e dando-lhe a devida reparação por meio de um ato de desagravo para reparar as indignidades que recebeu durante o tempo em que esteve exposto sobre os altares. Eu te prometo que o Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências do Seu Divino Amor sobre os que Lhe tributarem essa divina honra e procurarem que ela Lhe seja prestada”.

Em sua aparição a Santa Margarida Maria Alacoque, Jesus fez 12 promessas do Seu Sagrado Coração, são elas:

1ª Promessa A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de Meu Sagrado Coração.
2ª Promessa Eu darei aos devotos do Meu Coração todas as graças necessárias ao seu estado.
3ª Promessa Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias
4ª Promessa Eu os consolarei em todas as suas aflições
5ª Promessa Serei refúgio seguro na sua vida e, principalmente, na hora da sua morte
6ª Promessa Lançarei bênçãos abundantes sobre os seus trabalhos e empreendimentos
7ª Promessa Os pecadores encontrarão, no meu Coração, fonte inesgotável de misericórdia
8ª Promessa As almas tíbias se tornarão fervorosas pela prática dessa devoção
9ª Promessa As almas fervorosas subirão, em pouco tempo, a uma alta perfeição
10ª Promessa Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais endurecidos
11ª Promessa As pessoas que propagarem esta devoção terão o seu nome inscrito para sempre no Meu Coração
12ª Promessa A TODOS OS QUE COMUNGAREM NAS PRIMEIRAS SEXTAS-FEIRAS DE NOVE MESES CONSECUTIVOS, EU DAREI A GRAÇA DA PERSEVERANÇA FINAL E DA SALVAÇÃO ETERNA

 

24 de junho - Festa de São João Batista


Nestes dias o povo brasileiro festeja, com exuberância de folclore, a festa de São João Batista. É bom para o povo ter motivos de alegria. Sobretudo os que brotam de longa tradição, como é o caso dos festejos de São João. A alegria dos simples encontra o seu fundamento na garantia do Evangelho: “seu nascimento será alegria para todo o povo”.

No dia 24 de junho o povo celebra o nascimento de João Batista. Não faria mal lembrar também sua morte, que a Igreja lembra no dia 29 de agosto. Interessante como ela passa desapercebida.

A morte deste grande profeta tem um recado importante, sempre válido. João pagou com a vida a denúncia corajosa dos desmandos de sua época.

Com o vigor de sua autenticidade e da austeridade dos seus costumes, advertia a todos, alertando para a urgência da mudança de mentalidade e de posturas éticas. Ninguém ficava fora de suas admoestações. Desde o povo simples, que se impressionava com as palavras do austero profeta, até as autoridades religiosas, que se inquietavam com a influência exercida por alguém desprovido de incumbências formais, mas cheio de uma autoridade moral incontestável.

Foi o confronto com a política que levou o profeta ao testemunho radical de sua vida. Diante de Herodes, não teve medo de interpelar sua conduta. Com o dedo em riste, teve a coragem de lhe dizer com clareza: “Não te é lícito!”.

Assim, colocava com clareza o pressuposto ético, de que a política também precisa ter parâmetros que lhe definem a legitimidade, e critérios que lhe apontam os procedimentos. O poder, por sua natureza, mais que qualquer outra situação humana, precisa de balizamento ético, para não se tornar instrumento da prepotência ou agente da decadência moral da sociedade.

Recuperar o vigor da ética, para que ela tenha incidência prática sobre o procedimento humano em todas as esferas da vida, é uma urgência que se impõe, diante do perigo de falência moral que hoje o mundo enfrenta. Como fazer?

João Batista nos dá um testemunho válido. Ele se imbuiu de austeridade e de autenticidade. E' urgente voltarmos à sobriedade e à busca prioritária dos valores básicos da existência, sacudindo frivolidades que nada ajudam para a vivência salutar das pessoas.

João se retirou ao deserto. Era o contexto do projeto original do povo, que precisava ser resgatado. Esta a intuição do profeta. Esta a necessidade que também temos. É urgente mergulhar nas águas de nossa trajetória histórica, para recuperarmos o projeto de nação, que corre o risco de ser diluído por veleidades de uma globalização superficial, irresponsável e traidora de nossos valores históricos.João se afastou da vida do povo. Mas não para se alienar. Ao contrário, para ter mais autoridade de fazer os questionamentos que se faziam necessários. Muitos pedem que a Igreja se afaste da política. Há um distanciamento que lhe confere mais autoridade para a palavra que ela tem a dar. Esta será tanto mais vigorosa quanto mais coincidir com as urgências éticas que precisam ser feitas hoje para a toda a sociedade.

Diante de Herodes, João foi incisivo e contundente. Não se amedrontou com o tirano. Pouco importa a incidência concreta da advertência do profeta. Naquela oportunidade, na mira da acusação estava Herodíades, a adúltera corrupta e corruptora. Era o desvirtuamento que estava em causa.

Eliseu suplicou o manto de Elias para continuar a missão profética. Hoje precisamos revestir-nos do vigor ético e da coragem de João Batista para denunciar a corrupção política. Para que o povo tenha a esperança de ver brotar do deserto um novo caminho de vida.


Oração a São João Batista

Glorioso São João Batista, que fostes santificado no seio materno, ao ouvir vossa mãe a saudação de Maria Santíssima, e canonizado ainda em vida pelo mesmo Jesus Cristo que declarou solenemente não haver entre os nascidos de mulheres nenhum maior que vós; por intercessão da Virgem e pelos infinitos merecimentos de seu divino Filho, de quem fostes precursor, anunciando-o como Mestre e apontando-o como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, alcançai-nos a graça de darmos também nós testemunho da verdade e selá-lo até, se preciso for, com o próprio sangue, como o fizestes vós, degolado iniqüamente por ordem de um rei cruel e sensual, cujos desmandos e caprichos havíeis justamente denunciado.

Abençoai todos os que vos invocam e fazei que aqui floresçam todas as virtudes que praticastes em vida, para que, verdadeiramente animados do vosso espírito, no estado em que Deus nos colocou, possamos um dia gozar convosco da bem-aventurança eterna. Amém.


 

 

Nossa Senhora de Fátima


Venerada com fervor no mundo inteiro, Nossa senhora de Fátima é oficialmente a padroeira de dois pequenos países da América do Sul: Guiana e Suriname.

A história emocionante de sua aparição aos três pastores na aldeia de Leiria, região de Fátima, Portugal, espalhou muito rapidamente a sua devoção pelo mundo.

Primeiro, houve três aparições de um anjo que se identificou como Anjo da Paz, e preparou as crianças para as grandes revelações.

No dia 13 de maio de 1917, em um dia claro, as três crianças, Lúcia, Jacinto e Francisca, estavam pastoreando nas colinas, quando sobre uma pequena azinheira, surge um clarão após um relâmpago, e a figura "de uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol, reluzindo mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios de sol mais ardente". Ela dirige-se às crianças e lhes pede que rezem o terço todos os dias pela paz do mundo, que peçam pela conversão dos pecadores, e pelo fim da guerra. As aparições continuam, e sempre a Virgem repete que se ore pela paz e pela conversão dos pecadores e que se reze o terço diariamente.

Com o correr dos dias o povo acorreu ao local e testemunhou a aparição de uma nuvem branca sobre a azinheira, enquanto as crianças rezavam o terço, Lúcia conversava em voz alta. A Virgem voltou muitas vezes, falou muito, e revelou terríveis acontecimentos, que poderiam acontecer se o povo não se convertesse e rezasse o terço.

Estas profecias realmente se concretizaram: a desintegração do comunismo, as aberrações morais de nossa época. A última profecia, cercada de mistério por tantos anos, foi recentemente revelada pelo Papa João Paulo Segundo, que diz respeito ao atentado que o mesmo sofrera em 1980.

Hoje o nome Fátima é sinônimo de Nossa Senhora em muitos lugares, principalmente no Brasil. Talvez o local mais acorrido de peregrinações na face da terra, depois da Terra Santa.

Em Fátima os milagres acontecem. E sempre com a mesma intensidade do tempo de Lúcia, Jacinto e Francisco.
 

Oração à Nossa Senhora de Fátima

Santíssima Virgem, que na Cova da Iria vos dignastes aparecer a três humildes pastorinhos e lhes revelastes os tesouros de graças contidos na reza do Terço, incuti profundamente em nossa alma o devido apreço em que devemos ter por esta devoção, para Vós tão querida, a fim de que, meditando os mistérios da nossa Redenção, aproveitemos de seus preciosos frutos e alcancemos as graças... que vos pedimos nesta devoção, se forem para maior glória de Deus, honra vossa e salvação de nossas almas. Amém.


 

13 de junho - Santo Antonio


Santo Antônio de Lisboa e de Pádua, confunde-se com o milagre. Não há canto ou recanto da vida humana que Santo Antônio não tenha visitado e nem necessidades a que não tenha atendido. A confiança do povo em Santo Antônio é ilimitada e suas súplicas parecem ser sempre atendidas, mesmo em situações humanamente desesperadoras.

Quem foi Santo Antônio? Nasceu em Lisboa, sendo português de nascimento, pelo fim do século XII. Morreu em Pádua, Itália, no dia 13 de junho de 1231.

Seu nome está em todo o mundo, sendo o santo mais popular da Igreja Católica em todo o Ocidente. Foi frade franciscano. Pela exumação de seus restos mortais, Santo Antônio teria tido um físico excepcional para um homem da Idade Média: 1,70m de altura, ombros largos e pernas fortes, rosto comprido e estreito, nariz fino, cabelos pretos, feições másculas. Mais importante, no entanto, do que seus traços físicos, foram o espírito e o coração deste homem incansável, que pregou o caminho do Evangelho, lutou pelo bem dos pobres e, corajosamente, investiu contra tiranos e exploradores do povo. Seus escritos deixam a impressão de uma pessoa forte e decidida, com feições iluminadas e olhar aceso. Ao mesmo tempo, deixam transparecer uma enorme ternura pelos pobres.

Santo Antônio é, sem dúvida, graças à força irradiante de sua pessoa e aos milagres sem conta que são atribuídos, o santo mais querido do povo cristão.

Hoje, ele parece mais vivo do que nunca, pregando os ideais de Cristo e abençoando seus fiéis devotos.

Santo Antônio desconhecido

Santo Antônio, no seu tempo, foi um cristão revolucionário porque, vendo a miséria das famílias, pensou em liberta-las desses males. Tratou de ajuda-las, soergue-las da condição desumana em que viviam, - auxiliar o homem elevando-o à sua dignidade de filho feito a imagem de Deus. Ainda hoje em dia este Santo é pouco conhecido. Hoje, mais do que nunca, a valorização certa de Santo Antônio precisa ser incorporada ao patrimônio da devoção ao Santo.

Mas quem foi Santo Antônio de Lisboa e de Pádua? Um cristão privilegiado em dons de Deus, desde a infância era feliz na graça de Deus, amado pelos seus familiares, crescendo dia a dia como amigo de Cristo. Santo Antônio sempre teve grande devoção pelos sacramentos, Sagradas Escrituras e ensinamentos da Igreja.

A fé entra pelos ouvidos, por isso deve ser pregada, tornar-se prática no modo de viver, e foi o que fez Santo Antônio, sem esperar a retribuição e sem transacionar os termos comerciais. Viveu para o próximo, para o sacrifício, para a fé no poder de Deus.

Morreu moço, tendo sido canonizado onze meses após. O culto dedicado ao Santo por milhares de fervorosos adeptos foi rapidamente se estendendo. Não só os católicos homenageavam Santo Antônio, mas também os índios da América do Norte, os pagãos da China, os ortodoxos e os cismáticos.

O dilui-se da imagem do Santo que buscava reduzir as penas daqueles que sofriam, fez ganhar cores vivas a figura de um Santo Antônio desligado, quase, de problemas superiores do homem, para preocupar-se com a procura de objetos que desapareceram e com os casamentos. Esquecem-se os que invocam Santo Antônio apenas para atender a estes dois aspectos, que o culto deve partir de uma força ligada ao Ser Supremo que tudo pode, que é Amor e afasta o desespero.

Falham aqueles que só vêem esta realidade: Santo Antônio como elemento de propaganda de casas comerciais, que obtém lucros sobre a lenda de casamenteiro imposta pela crendice, e que nada fazem no sentido de modificar a situação.

Falham também, os que misturando o nome do milagroso Antônio com os mais estranhos e curiosos rituais, contribuem para que a imagem verdadeira do Santo seja substituída por aquela mais conveniente aos ingênuos e àqueles que dela querem tirar benefícios.

O melhor momento para honrar-se Santo Antônio é no seu dia, e a forma correta de cultua-lo será a imitação de sua vida: pregar a fé, realiza-la através de atos de benefício ao próximo, isentos de crendice, e sem o objetivo único de lucro material.

A figura de Santo Antônio deverá ser um apelo a um trabalho melhor, a um comportamento mais humano e menos egoísta. Esse é o culto que deve ser dedicado ao Santo, esse foi seu modo de viver.

Festa Eucarística - Corpus Christi


A Eucaristia nos enche de enlevo. É o sacramento mais suave para a devoção, o mais belo para a inteligência, o mais santo pelo que encerra. É maior dos milagres, mistério inefável da fé, tesouro que a Igreja recebe de seu Esposo como penhor de amor imenso. É força para dominar as paixões e prevenir faltas graves; alimenta as virtudes, consola os aflitos, fortifica os fracos, educa os costumes, ensina a humildade e simplicidade. É vida da alma, saúde do espírito, vigor da vida, força da concórdia, “coração e centro da liturgia”. (Paulo VI)

Cada um de nós na Eucaristia é amado ao extremo, com um amor-entrega, amor ao exagero, amor sem medidas, amor imolado, que nos faz sensíveis aos sofrimentos, misérias e injustiças, nos faz misericordiosos.

Jesus eucarístico é o maior bem da Igreja, a melhor catequese, a saciedade das fomes do mundo inteiro. Ele que nos assimila. Somos uma só coisa com Ele, um só espírito (ICor 6,17). A todos os que comungam Jesus diz: sois ossos de meus ossos, carne de minha carne (Gn 2,23). Assim a carne do irmão não é nossa, é do Senhor. O outro é seu tabernáculo. Jesus poderia transformar pedras em pão, preferiu transformar o pão em seu corpo e Pedro em rocha. A Eucaristia prenuncia muitas transformações: a morte em ressurreição; o pão e o vinho no corpo e sangue do Senhor; a criação em novo céu e nova terra e enfim nossa transformação pessoal.

Na Eucaristia encontramos Jesus vivo, amigo, confidente, pois os amigos se freqüentam, dedicam tempo um ao outro. O sacrário é um pólo de atração e de irradiação pastoral. O Senhor ali está em ação, pois a Eucaristia é um sacramento dinâmico. É um mistério de presença onde Jesus nos espera e nos procura. Ele está presente mas nós muitas vezes estamos distantes. “Se quereis receber poucas graças fazer poucas visitas a Jesus sacramentado, se ao contrário, quereis muitas graças muitas graças fazei muitas visitas” (Dom Bosco).

Sem Eucaristia sofremos fome e solidão. Quanto mais eucarísticos, melhores seremos, mais humanos e mais cristificados. Nada mais suave, nem mais eficaz que a Eucaristia para nos conduzir à santidade (João Paulo II). Aquele que céu não pode conter, é nosso inquilino, nosso vizinho, nosso prisioneiro no sacrário, e a mais bela catedral é o coração humano. A procissão de Corpus Christi recorda o êxodo, a saída para a terra prometida, a marcha da liberdade, a peregrinação em direção ao próximo, a caminhada para a missão, a viagem definitiva para a Casa do Pai. A Igreja é o “caminho” (Atos 9,2). O Sacramento do altar nos faz Igreja pé na estrada, Igreja que vai ao povo. Jesus é o companheiro de nossas estradas.

A Eucaristia é tesouro espiritual da Igreja, plena manifestação do amor, vida da Igreja, mistério de luz, fonte inesgotável de santidade, mistério de misericórdia e do amor sem limites, remédio de imortalidade, um pedaço do céu na terra, um raio de glória. Nela se dá a transformação do mundo, porque é o sacramento supremo da paz e da unidade, é um tesouro demasiado grande e precioso. Isso gera um grande enlevo. Sua celebração não permite reduções nem instrumentalizações. É estimulo na peregrinação e na dedicação diária ao trabalho, à família, aos irmãos. Sendo a celebração do lava pés, não pode ser celebrada num contexto de discórdia e de indiferença pelos pobres. Tal celebração seria indigna. A adoração e visita ao Santíssimo Sacramento deve ser estimulada. É bom demorar-se com o Senhor, dedicar tempo ao Amigo, inclinar-se sobre seu peito, deixar-se tocar pelo amor infinito do seu coração. Adoração é atitude de amor. É a primeira das devoções, a mais agradável a Deus e a mais útil para nós. (João Paulo II)
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