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As atitudes fundamentais do Advento
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O Espírito Santo: nosso guia no Advento
Durante o Advento não podemos esquecer da presença do Espírito S
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As atitudes fundamentais do Advento


Atitude de espera

O mundo precisa de Deus. A humanidade está desencantada e desamparada. As aspirações modernas de paz e de felicidade, de unidade, de comunidade, é terreno preparado para a boa nova. O Advento ajuda-nos a compreender melhor o coração do homem e sua tendência insaciável de felicidade.

A volta a Deus

A experiência de frustração, de contingência, de ambigüidade, de cativeiro, de perda da liberdade exterior e interior dos homens de hoje, pode suscitar a sede de Deus, e a necessidade de “subir a Jerusalém” como lugar da morada de Deus, segundo os salmos deste tempo. A infidelidade a Deus destrói o povo. Sua fidelidade faz sua verdadeira história e identidade. O Advento ajuda-nos a conhecer melhor a Deus e seu amor ao mundo. Dá-nos conhecimento interno de Cristo, que sendo rico por nós se faz pobre.

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O Espírito Santo: nosso guia no Advento

Durante o Advento não podemos esquecer da presença do Espírito Santo que primeiro atua profetizando a vinda do Messias, e depois, em Jesus Cristo. Isto é para nós uma especial indicação por parte de Deus Nosso Senhor de que as necessidades que o homem possui só podem ser levadas a cabo desde uma perspectiva: a do Espírito Santo. Porém, tão pouco podemos esquecer que isto unicamente é possível para a alma que se converte em dócil instrumento do Espírito Santo, porque é Ele que nos permite chegar com passo firme a todas e a cada uma das metas que Deus vai nos propondo ao longo da vida.
Não estamos sós, o Senhor não nos abandona. A presença de Jesus Cristo em nossas vidas não é uma companhia, é um guia, uma luz. E nunca devemos esquecer que está iluminação quem realiza é o Espírito Santo.
Na Encarnação é o Espírito Santo o que cobre com sua a sombra a Santíssima Virgem de forma que seja gerado o Filho de Deus. E também o Espírito Santo que, cada vez que queremos ter o Cristo em nossa alma, se faz presente para construir em nos a presença, a vida de Cristo. O Espírito Santo é o Santificador, é o que realiza na alma a função de dar vida no Senhor. É Ele quem nos aconselha, guia e ilumina, nos fortalece para que a mensagem que o Natal vem trazer às nossas almas possa ser cumprida.
Neste Advento, neste caminho até o Natal, se faz presente a presença plena de Cristo em nosso alma não está sendo guiados por uma estrela, estamos sendo guiados pelo Espírito de Deus Nosso Senhor. Isto tem que ser para nós uma grande certeza, tem que nos dar uma grande paz e uma grande serenidade. Porém, exige de nós um treinamento que consiste em aprender a escutar o que o Espírito Santo vai dizendo à nossa consciência, sujeitando nosso pensamento ao que Ele vai nós pedindo e sermos capazes de amar o modo concreto com o qual vai educando nosso coração.
Unicamente os humildes podem reconhecer a voz do Espírito Santo em seu interior, somente eles são capazes de deixar-se guiar por Ele. Se tivéssemos dentro de nos esta presença constante do Espírito Santo poderíamos participar da ação de graças que Jesus Cristo faz ao Pai: “Te dou graças Pai do Céu e da Terra, porque revelastes estas coisas, não aos sábios e entendidos, mais aos humildes”.
Quantas vezes nossa forma de ver as coisas e nossos pensamentos são os que governam nossa vida! Quantas vezes pretendemos entender todas as coisas segundo a nossa sabedoria, esquecendo que a sabedoria de Deus é a que tem que governar nossa vida!
Quando lemos as profecias de Isaías, onde aparece o lobo habitando com o cordeiro, a pantera com o cabrito, o novilho e o leão pastando juntos, poderia se perguntar: Tudo isso existe? É um sonho ou é uma realidade? O que o profeta está dizendo é que mesmo que possa parecer impossível ao homem, que na lógica humana jamais poderia ocorrer, o Espírito Santo pode realizar.
Neste Advento, devemos aprender a romper as lógicas humanas, desfazer nossas prisões, nossas formas de ver muitas situações, de vermos, até mesmo, a nós mesmos. Deixemos de lado tantas e tantas coisas que classificam nossa existência de uma maneira determinada e que, em definitivo, nos levam para longe de Deus. Devemos permitir que o Espírito Santo fale em nossa vida, nos guie e inspire. Não é tão difícil, é questão de aprender e escutar, de não fazer ruído em nossa alma, de nos colocar na frente de Deus e não ouvir outra coisa, mais somente Ele, para que nada interrompa esta comunicação de amor entre Deus e cada um de nós.
Nosso coração deve estar disposto a escutar Deus, para que neste tempo do Advento, no qual a felicidade maior acontece para o homem, que é o encontro com o Senhor, não passe como as folhas do calendário, mas que seja um tempo que permaneça no coração. Com uma grande abertura interior, devemos permitir ao Espírito Santo que fale, para assim poder remover tudo aquilo que nos impede ter paz na alma, junto ao Cristo em Belém.
Isaías o profeta nos fala: "Aquele dia, a raiz de Jessé se levantará como bandeira dos povos, a buscaram todas as nações”.
Há em minha alma avidez de Deus?
Há em meu coração sede deste Cristo que é a raiz de Jessé?
Há em meu interior o anseio de encontrar-me com Jesus?

Se não há, devemos permitir que o Espírito Santo mude nosso coração até que Ele o encha. Devemos pedir que neste tempo do Advento, Ele vá transformando nossa existência de tal modo que nunca nos sintamos sós, para que se possa cumprir em nós a profecia de que somos felizes porque temos a presença de Cristo em nossa vida, e temos sua influencia em nossa sociedade.

 

Conselhos de João Batista


 

Oração a São João Batista
Ó Glorioso São João Batista, príncipe dos profetas, precursor do divino Redentor, primogênito da graça de Jesus e da intercessão de sua Santíssima Mãe, que fostes grande diante do Senhor, pelos estupendos dons da graça que  maravilhosamente recebestes desde  o seio materno, e por vossas admiráveis virtudes, alcançai-me de Jesus, ardentemente que com fé, a graça que necessito, lhe suplico… Alcançai-me também, meu excelso protetor, singular devoção a Virgem Maria Santíssima, que por amor de vós foi com pressa á casa de vossa mãe S. Isabel, para serdes livre do pecado original e cheio dos dons do Espírito Santo. Espero conseguir essa graça se for da vontade Divina, meu Santo protetor.

São João Batista, rogai por nós!

(reza-se: 3 pai nossos, 3 ave-marias, 3 glórias)

 


No Advento, a Igreja põe-nos a figura de João Batista, e com ele outra nova imagem. Já não se trata de preparar uma terra capaz de acolher adequadamente a boa semente: trata-se de preparar um caminho para que possa, por ele, chegar a nossa alma a Pessoa adorável do Senhor.

São quatro as ordens, os conselhos que João Batista, e a Igreja com ele, nos dão:

A primeira ordem de João o Batista é baixar os montes: todo monte e toda colina seja humilhada, seja volteada, baixada, desmoronada. E cada um tem que tomar isto com muita seriedade e ver de que maneira e em que forma esse orgulho - que todos temos - está na própria alma e está com maior superioridade, para tratar no Advento - com a ajuda da graça que temos de pedir -, para reduzir, moderar, vencer e suprimir assim que seja possível desse orgulho que obstrui o descenso frutífero do Senhor em nós.

Em segundo lugar, João o Batista fala-nos de endireitar os caminhos. É apontar o mais importante: Eu sou uma voz que grita no deserto: Preparem o caminho do Senhor, aplainem seus caminhos. E aqui temos, então, o chamado também obrigatório à retidão, isto é, a querer sincera e praticamente somente o bem, somente o que é bom, o que quer Deus, o que é conforme a lei de Deus ou a vontade de Deus, o que significa o imitar a Jesus, aquilo que se faz escutando a voz interior do Espírito Santo e de nossa consciência guiada por Ele.

A cada um corresponde neste momento ver que é o que há de corrigir na própria conduta, mas sobretudo na própria atitude interior para que Jesus Cristo Nosso Senhor, vendo claramente nossa boa vontade e nos vendo humildes, esteja disposto a vir a nosso interior com plenitude, ou pelo menos com abundância de graças.

O terceiro aspecto da mensagem de João o Batista refere-se a fazer planos os caminhos abruptos, os que têm pedras ou espinhas, os que ferem os pés dos caminhantes, os que impedem o caminho tranquilo, sem dificuldade. E esse chamado faz referência à necessidade de ser para o nosso próximo, precisamente, caminho fácil e não obstáculo para sua virtude e para seu progresso espiritual: tirar de nós todo aquilo que molesta ao próximo, que o escandaliza, que o irrita ou que lhe dificulta de qualquer maneira o poder marchar, direta ou indiretamente, para o céu.

O quarto elemento da mensagem de João Batista é o de encher toda profundeza, todo abismo, todo vazio. Os caminhos não só se constroem baixando os montes excessivos, nem só endireitando os caminhos tortos, ou aplainando os caminhos que tenham pedras: também enchendo as profundezas ou cobrindo as ausências. Esta mensagem refere-se à necessidade de encher nossas mãos e nossa consciência com méritos, com orações, com obras boas - como fizeram os Reis Magos e os pastores - para poder acolher a Jesus Cristo com algo que lhe dê gosto; não só com a ausência de obstáculos ou de coisas que o molestem, não só com ausência de orgulho ou com ausência de falta de retidão ou de dificuldades em nossa conduta para com o próximo, senão também positivamente com a construção: com nossas orações e com nossas boas obras e um pequeno - ao menos - volume, capital de méritos, que dê gosto ao Senhor quando vir e que possamos depositar a seus pés.

O Advento, além da comemoração e o sentido do Antigo Testamento - da terra que espera a boa semente -, além da figura limite entre o Antigo Testamento e o Novo - João Batista -, este Tempo nos aproxima mais do Senhor por aquela que, em definitivo, foi quem nos entregou a Jesus Cristo: a Virgem. Não só no hemisfério sul entramos no Advento pela porta do Mês de Maria, senão que em toda a Igreja se entra no Advento pela festa da Imaculada Conceição.

E a Imaculada Conceição significa duas coisas: por uma parte, ausência de pecado original e, por outra, ausência de pecado para e pela plenitude da graça. A Virgem foi eximida do pecado original e das consequências do pecado original que na ordem moral fundamentalmente é a concupiscência, isto é, a rebelião das paixões, a falta de ordem dentro de nossa pessoa, a rejeição que nossa matéria e nosso apetite indômito opõem à vontade e a razão iluminadas pela fé, pela esperança e pela caridade; iluminadas, acessas e sustentadas pela graça. A Virgem, preservada do pecado original no momento de sua concepção e libertada de todo obstáculo, teve a alma plenamente capacitada desde o primeiro instante para receber a plenitude da graça de Jesus Cristo.

Portanto sua festa da Imaculada Conceição, com esse caráter sacramental que têm todas as festas da Igreja, esse caráter de sinal que ensina e de sinal eficaz que produz o que ensina, nos traz a graça de nos libertar do pecado e de vencer, de moderar, de sujeitar em nós as paixões soltas pela concupiscência, aos efeitos de que nos possa chegar plenamente a graça; e naturalmente, se estamos em Advento, para que possa vir a graça do nascimento de Jesus Cristo misticamente à nossa alma, no dia de Natal.

Portanto, unamos a toda a ajuda que nos podem prestar os patriarcas do Antigo Testamento que desde o céu rogam por nós (eles que tanto pediram a vinda do Messias), unamos à intercessão e à figura sacramental de João Batista, unamos acima deles a presença da Santíssima Virgem em sua festa em 8 de dezembro e em todo este tempo, pedindo concretamente que o poder nos liberte do pecado, de tudo o que em nós tenha de orgulho, de falta de retidão, de falta de caridade com o próximo, de ausência de virtude; libertar-nos de todo isso para que, quando da vinda de Jesus Cristo no dia de Natal, não encontre em nós nenhum obstáculo a suas intenções de encher nossa alma com sua graça.

A perspectiva de um novo nascimento do Senhor, em nós e no mundo tão necessitado dele, tem que ser objeto de uma preocupação, de todo um conjunto de sentimentos e de atos de vontade que estejam polarizados pelo desejo de pôr de nossa parte todo o que possamos, para que o Senhor venha o mais plenamente possível sobre cada um e sobre o mundo.

E se isto vale sempre, se faz mais exigente nas circunstâncias do mundo presente que desvirtua precisamente o que Jesus Cristo trouxe com seu nascimento. É necessário que ponhamos tudo de nossa parte para que Jesus venha a nós com renovada força no dia de Natal e, através de nós, sobre as pessoas que estão junto, sobre a Igreja e sobre o mundo!

Fiquemos em espírito de oração, fomentando em nosso interior o desejo de que as coisas ocorram segundo as intenções e os desejos do mesmo Senhor.

O Advento é uma época muito linda do ano. Após as festas de Natal e de Páscoa, talvez a mais bela, porque é uma época de total esperança, de segurança alegre e confiante. Nesse sentido nosso Advento é mais lindo que o do Antigo Testamento: esperava-se o que ainda não vinha, em mudança nós sabemos que o Senhor já veio sobre o mundo, sobre a Igreja, sobre cada um e então temos bem mais apoio para nossa segurança de que tem de vir novamente, a aperfeiçoar o já iniciado.

Por outro lado, essa presença do Senhor na Igreja e em nós nos fez ir conhecendo Jesus, o amando e o tratando com confiança; por tanto, este esperar seu novo nascimento tem que ser bem mais doce, bem mais suave, bem mais seguro, bem mais esperançado (com o duplo elemento de segurança e alegria da esperança) do foi à espera dos homens e mulheres do Antigo Testamento.

Fiquemos, pois, unidos com Jesus, conversemos sobre estes temas, perguntemos o que nos sugere à cada um em particular para que possamos, desde o começo, viver o Advento do modo mais conducente para obter a plenitude de Natal que Ele sem dúvida quer nos dar.

 

08 de dezembro - Imaculada Conceição


O dogma da Imaculada Conceição, proclamado a 8.12.1854 por Pio IX (Bula “Ineffabilis Deus”), declara a santidade da Virgem Santa Maria desde o primeiro momento da sua existência, desde a sua Conceição, ou seja, que ela foi preservada desde sempre da mácula do pecado original, no qual nascem todos os filhos de Adão. Enquanto estes estão privados da graça divina, a Virgem Maria foi toda pura, santa e imaculada desde o início da sua vida. Esta foi desde sempre a convicção profunda da Igreja, que viu na Virgem Maria a ‘Nova Eva’ (Santo Ireneu).

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Torne-se um Dizimista

O dízimo é o reconhecimento de que tudo pertence a DEUS. Com o dízimo, ajudamos a Igreja a cumprir sua missão, em especial a de evangelizar. Quem oferta o dízimo com consciência e fé torna-se evangelizador, mesmo que não possa ou não saiba anunciar a Palavra de Deus. É com o dinheiro do dízimo que se compram as velas para o altar, os cálices, os cibórios, os livros e folhetos litúrgicos, paga-se conta de luz, água, telefone, funcionários e tantas outras despesas. Portanto, o dízimo que você oferece vai se transformar em Evangelho, em remédio, em pão, em missão e colaborar na construção do Reino de Deus.


10 RAZÕES PARA ME TORNAR UM DIZIMISTA


SOU DIZIMISTA PORQUE RECONHEÇO OS DONS DE DEUS EM MINHA VIDA.

Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama o que dá com alegria. II Coríntios (9,7)

PORQUE MANIFESTO MINHA GRATIDÃO A DEUS POR TUDO!

O que há de superior em ti? Que é que possuis que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias, como se o não tivesses recebido? I Coríntios (4,7)

PORQUE PROCURO RETRIBUIR AO MEU PRÓXIMO

Prostrou-se aos pés de Jesus e lhe agradecia. E era um samaritano. Lucas (17,16)

PORQUE CREIO NO QUE DEUS DIZ ATRAVÉS DA ESCRITURA

Levantando os olhos, viu Jesus os ricos que deitavam as suas ofertas no cofre do templo. Viu também uma viúva pobrezinha deitar duas pequeninas moedas, e disse: Em verdade vos digo: esta pobre viúva pôs mais do que os outros. Pois todos aqueles lançaram nas ofertas de Deus o que lhes sobra; esta, porém, deu, da sua indigência, tudo o que lhe restava para o sustento. Lucas ( 21,1-4)

PORQUE SOU FILHO DE DEUS, N’ELE CONFIO E ESPERO

Portanto, eis que vos digo: não vos preocupeis por vossa vida, pelo que comereis, nem por vosso corpo, pelo que vestireis. A vida não é mais do que o alimento e o corpo não é mais que as vestes? Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam, nem recolhem nos celeiros e vosso Pai celeste as alimenta. Não valeis vós muito mais que elas? Qual de vós, por mais que se esforce, pode acrescentar um só côvado à duração de sua vida? E por que vos inquietais com as vestes? Considerai como crescem os lírios do campo; não trabalham nem fiam. Entretanto, eu vos digo que o próprio Salomão no auge de sua glória não se vestiu como um deles. Se Deus veste assim a erva dos campos, que hoje cresce e amanhã será lançada ao fogo, quanto mais a vós, homens de pouca fé? Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos? Mateus (6, 25-31)

PORQUE DEIXO DE SER EGOÍSTA, À MEDIDA QUE PARTILHO COM OS OUTROS

E propôs-lhe esta parábola: Havia um homem rico cujos campos produziam muito. E ele refletia consigo: Que farei? Porque não tenho onde recolher a minha colheita. Disse então ele: Farei o seguinte: derrubarei os meus celeiros e construirei maiores; neles recolherei toda a minha colheita e os meus bens. E direi à minha alma: ó minha alma, tens muitos bens em depósito para muitíssimos anos; descansa, come, bebe e regala-te. Deus, porém, lhe disse: Insensato! Nesta noite ainda exigirão de ti a tua alma. E as coisas, que ajuntaste, de quem serão? Assim acontece ao homem que entesoura para si mesmo e não é rico para Deus. (Lucas (12, 16-21)

PORQUE CREIO NA VIDA COMUNITÁRIA FRATERNA, ONDE DEUS ESTÁ

Porque onde dois ou três estão reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles. Mateus (18,20)

PORQUE LEVO A SÉRIO A PALAVRA DE DEUS, QUE É PAI DAS MISERICÓRDIAS

Responderá o Rei: - Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes. Mateus (25,40)

PORQUE JESUS TRANQUILIZA-ME, DANDO-ME A CERTEZA DE QUE É MEU GRANDE AMIGO

Então o Rei dirá aos que estão à direita: - Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo. Mateus (25,34)

PORQUE DESEJO VER O EVANGELHO PREGADO COM EFICÁCIA, A COMUNIDADE CRESCENDO E DEUS SENDO GLORIFICADO!

Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo. Mateus (28,19-20) 


 

 

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