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Domingo de Pentecostes (Ano C)

O tema deste domingo é, evidentemente, o ESPÍRITO SANTO. Dom de Deus a todos os crentes, o Espírito dá vida, renova, transforma, constrói comunidade e faz nascer o HOMEM NOVO.

O Evangelho apresenta-nos a comunidade cristã, reunida à volta de Jesus ressuscitado. Para João, esta comunidade passa a ser uma comunidade viva, recriada, nova, a partir do dom do Espírito. É o Espírito que permite aos crentes superar o medo e as limitações e dar testemunho no mundo desse amor que Jesus viveu até as últimas consequências.

Na primeira leitura, Lucas sugere que o Espírito é a lei nova que orienta a caminhada dos crentes. É Ele que cria a nova comunidade do Povo de Deus, que faz com que os homens sejam capazes de ultrapassar as suas diferenças e comunicar, o que une numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e culturas.

Na segunda leitura, Paulo avisa que O ESPÍRITO É A FONTE DE ONDE BROTA A VIDA DA COMUNIDADE CRISTÃ. É Ele que concede os dons que enriquecem a comunidade e que fomenta a unidade de todos os membros; por isso, esses dons não podem ser usados para benefício pessoal, mas devem ser postos ao serviço de todos.


 


Primeira Leitura
Salmo Responsorial
Segunda Leitura
Sequência do Pentecostes
Evangelho
Comentário
Referencias


Primeira Leitura
TODOS FICARAM CHEIOS DO ESPÍRITO
SANTO E COMEÇARAM A FALAR.
Leitura dos Atos dos Apóstolos (2,1-11)


1Quando chegou o dia de Pentecostes,

os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar.
2De repente, veio do céu um barulho 
como se fosse uma forte ventania, 
que encheu a casa onde eles se encontravam.
3Então apareceram línguas como de fogo
que se repartiram e pousaram sobre cada um deles.
4Todos ficaram cheios do Espírito Santo
e começaram a falar em outras línguas,
conforme o Espírito os inspirava.
5Moravam em Jerusalém judeus devotos,
de todas as nações do mundo.
6Quando ouviram o barulho,
juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos,
pois cada um ouvia os discípulos
falar em sua própria língua.
7Cheios de espanto e de admiração, diziam:'Esses
homens que estão falando não são todos galileus?
8Como é que nós os escutamos na nossa própria língua?
9Nós que somos partos, medos e elamitas,
habitantes da Mesopotâmia, da Judéia e da Capadócia,
do Ponto e da Ásia,
10da Frígia e da Panfília,
do Egito e da parte da Líbia, próxima de Cirene,
também romanos que aqui residem;
11judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós
os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus
na nossa própria língua!'
Palavra do Senhor


Referencias para reflexão da primeira leitura


01 – Na primeira leitura estão presentes os elementos essenciais que definem a Igreja: uma comunidade de irmãos reunidos por causa deJESUS, animada pelo ESPÍRITO DO SENHOR RESSUSCITADO e que testemunha na história o PROJETO LIBERTADOR DE JESUS. Desse testemunho resulta a comunidade universal da salvação, que vive no amor e na partilha, apesar das diferenças culturais e étnicas. A Igreja de que fazemos parte é uma comunidade de irmãos que se amam, apesar das diferenças? Está reunida por causa de Jesus e à volta de Jesus? Tem consciência de que o Espírito está presente e que a anima? Testemunha, de forma efetiva e coerente, a proposta libertadora que Jesus deixou?

02 - Devemos realçar o papel do Espírito na tomada de consciência da identidade e da missão da Igreja… Antes do PENTECOSTES, tínhamos apenas um grupo fechado dentro de quatro paredes, incapaz de superar o medo e de arriscar, sem a iniciativa nem a coragem do testemunho; depois do Pentecostes, temos uma comunidade unida, que ultrapassa as suas limitações humanas e se assume como comunidade de amor e de liberdade. Temos consciência de que é o Espírito que nos renova, que nos orienta e que nos anima? Damos suficiente espaço à ação do Espírito, em nós e nas nossas comunidades?

03 - Para se tornar cristão, ninguém deve ser espoliado da própria cultura: nem os africanos, nem os europeus, nem os sul-americanos, nem os negros, nem os brancos; pois todos são convidados, com as suas diferenças, a acolher esse projeto libertador de Deus, que faz os homens deixarem de viver de afastados dos irmão, para viverem no amor. A Igreja de que fazemos parte é esse espaço de liberdade e de fraternidade? Nela todos encontram lugar e são acolhidos com amor e com respeito, mesmo aqueles que não fazem parte do nosso círculo, mesmo aqueles que a sociedade marginaliza e afasta?


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Salmo Responsorial
ENVIAI O VOSSO ESPÍRITO SENHOR
E DA TERRA TODA A FACE RENOVAI.
Sl 103, 1ab.24ac.29bc-30 31.34 (R.30)


1aBendize, ó minha alma, ao Senhor!*
Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande!
24aQuão numerosas, ó Senhor, são vossas obras*
24cEncheu-se a terra com as vossas criaturas!

ENVIAI O VOSSO ESPÍRITO SENHOR
E DA TERRA TODA A FACE RENOVAI.

29bSe tirais o seu respiro, elas perecem*
29ce voltam para o pó de onde vieram.
30Enviais o vosso espírito e renascem*
e da terra toda a face renovais.

ENVIAI O VOSSO ESPÍRITO SENHOR
E DA TERRA TODA A FACE RENOVAI.

31Que a glória do Senhor perdure sempre,*
e alegre-se o Senhor em suas obras!
34Hoje seja-lhe agradável o meu canto,*
pois o Senhor é a minha grande alegria!

ENVIAI O VOSSO ESPÍRITO SENHOR
E DA TERRA TODA A FACE RENOVAI.


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Segunda Leitura
FOMOS BATIZADOS NUM ÚNICO ESPÍRITO
PARA FORMARMOS UM ÚNICO CORPO.
Leitura do Apocalipse de São João (21,10-14.22-23)


Irmãos:
3bNinguém pode dizer: 
Jesus é o Senhor a não ser no Espírito Santo.
4Há diversidade de dons, mas um mesmo é o Espírito.
5Há diversidade de ministérios,
mas um mesmo é o Senhor.
6Há diferentes atividades, mas um mesmo Deus
que realiza todas as coisas em todos.
7A cada um é dada a manifestação do Espírito
em vista do bem comum.
12Como o corpo é um, embora tenha muitos membros,
e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos,
formam um só corpo,
assim também acontece com Cristo.
13De fato, todos nós, judeus ou gregos, escravos ou
livres, fomos batizados num único Espírito,
para formarmos um único corpo,
e todos nós bebemos de um único Espírito.
Palavra do Senhor.


Referencias para reflexão da segunda leitura


01 - Temos todos consciência de que somos membros de um único “CORPO”, o corpo de Cristo, e é o mesmo Espírito que nos alimenta, embora desempenhemos funções diversas (não mais dignas ou mais importantes, mas diversas). No entanto, encontramos, com alguma frequência, cristãos com uma consciência viva da sua superioridade e da sua situação “à parte” na comunidade, que gostam de mandar e de fazer-se notar, gerando conflitos e divisões. Estes “DONS” que recebemos não podem gerar conflitos e divisões, mas devem servir para o bem comum e para reforçar a vivência comunitária. As nossas comunidades são espaços de partilha fraterna, ou são campos de batalha onde se digladiam interesses próprios, atitudes egoístas, tentativas de afirmação pessoal?

02 - É preciso ter consciência da presença do Espírito: é Ele que alimenta, que dá vida, que anima, que distribui os dons conforme as necessidades; é Ele que conduz as comunidades na sua marcha pela história. Ele foi distribuído a todos os crentes e reside na totalidade da comunidade. Temos consciência da presença do Espírito e procuramos ouvir a sua voz e perceber as suas indicações? Temos consciência de que, pelo fato de desempenharmos esta ou aquela função, não somos as únicas vozes autorizadas a falar em nome do Espírito?


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Sequência do Pentecostes


Vinde, ó santo Espírito, vinde, Amor ardente,
acendei na terra vossa luz fulgente.

Vinde, Pai dos pobres:
na dor e aflições, vinde encher de gozo nossos corações.
Benfeitor supremo em todo o momento,
habitando em nós sois o nosso alento.
Descanso na luta e na paz encanto,
no calor sois brisa, conforto no pranto.
Luz de santidade, que no Céu ardeis,
abrasai as almas dos vossos fiéis.
Sem a vossa força e favor clemente,
nada há no homem que seja inocente.
Lavai nossas manchas, a aridez regai,
sarai os enfermos e a todos salvai.
Abrandai durezas para os caminhantes,
animai os tristes, guiai os errantes.
Vossos sete dons concedei à alma
do que em Vós confia:
Virtude na vida,
amparo na morte, no Céu alegria.


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Evangelho
ASSIM COMO O PAI ME ENVIOU TAMBÉM EU
VOS ENVIO: RECEBEI O ESPÍRITO SANTO!
Evangelho de Jesus Cristo segundo João (20,19-23)


19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana,
estando fechadas, por medo dos judeus,
as portas do lugar onde os discípulos se encontravam,
Jesus entrou e pondo-se no meio deles,
disse: 'A paz esteja convosco'.
20Depois destas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado.
Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.
21Novamente, Jesus disse: 'A paz esteja convosco.
Como o Pai me enviou, também eu vos envio'.
22E depois de ter dito isto,
soprou sobre eles e disse: 'Recebei o Espírito Santo.
23A quem perdoardes os pecados,
eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes,
eles lhes serão retidos'. 
Palavra da Salvação.


Referencias para reflexão do Evangelho


01 - A comunidade cristã só existe de forma consistente, se está centrada em Jesus. Jesus é a sua identidade e a sua razão de ser. É n’Ele que superamos os nossos medos, as nossas incertezas, as nossas limitações, para partirmos para a aventura de testemunhar a vida nova do HOMEM NOVO. As nossas comunidades são, antes de mais, comunidades que se organizam e se estruturam à volta de Jesus? Jesus é o nosso modelo de referência? Se Ele é o centro, a referência fundamental, têm algum sentido as discussões acerca de coisas não essenciais, que às vezes dividem os crentes?

02 - Identificar-se como cristão significa dar testemunho diante do mundo dos “SINAIS” que definem Jesus: a vida dada, o amor partilhado. É esse o testemunho que damos? Os homens do nosso tempo, olhando para cada cristão ou para cada comunidade cristã, podem dizer que encontram e reconhecem os “sinais” do amor de Jesus?

03 - As comunidades construídas à volta de Jesus são animadas pelo Espírito. O Espírito é esse sopro de vida que transforma o barro inerte numa imagem de Deus, que transforma o egoísmo em amor partilhado, que transforma o orgulho em serviço simples e humilde… É Ele que nos faz vencer os medos, superar as covardias e fracassos, derrotar o ceticismo e a desilusão, reencontrar a orientação, readquirir a audácia profética, testemunhar o amor, sonhar com um mundo novo. É preciso ter consciência da presença contínua do Espírito em nós e nas nossas comunidades e estar atentos aos seus apelos, às suas indicações, aos seus questionamentos.


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Comentário
A HARMONIA DA COISA DIVERSA, OU A FESTA DA BELEZA


A beleza não é o resultado das paisagens uniformes, da repetição da mesma coisa. A beleza é modulação, surpresa, harmonia, eco, equilíbrio no aparente desequilíbrio. O Espírito é a Beleza ativa e criadora de Deus. Desde Ele ou Ela se derrama sobre o mundo a harmonia. Por isso, hoje é a festa da Beleza.

CONHECEMOS O ESPÍRITO SAGRADO? Com esta pergunta nos confronta a festividade de Pentecostes. Jesus é o Senhor da história e do universo. Essa é a Fé que confessamos! Mas, ao mesmo tempo vemos que a história e o universo estão aos pedaços, quebrados em fragmentos. Há muita divisão para confessar alegremente que estamos no Reino da Unidade, da Paz, da grande Reconciliação. Há divisões religiosas (religiões diversas, confissões diversas cristãs, tendências diversas e contrárias na mesma confissão...), divisões políticas (causas de guerras frias e quentes), divisões que nos fazem viver a relação com a natureza de um modo tenso, problemático, dramático (tufões, terremotos, infortúnios ecológicos...).

Há divisões que vêm do diabólico, desse poder misterioso que nos divide e enfrenta. Há unidades que são, igualmente, diabólicas, porque estão baseadas na imposição de um poder sobre os demais. O mesmo podemos dizer do Espírito. É o GRANDE DISTRIBUIDOR e o GRANDE UNIFICADOR. Do Espírito procede a variedade, a diferença, a pluralidade. Do mesmo Espírito procede a força da unidade, da comunhão. Tanto a disseminação como a comunhão podem ser experimentadas como ação do Espírito Sagrado. Paulo nos fala hoje que são muitos os carismas, muitos os serviços, muitas as energias das quais dispomos. Porém, um só é o Espírito!

O Espírito gera a diversidade e a comunhão da coisa diversa. Não anseia uma unidade na qual a coisa diversa seja triturada, apagada. O ponto alto do Reino não consistirá na vitória de uma religião sobre as demais, de uma confissão cristã sobre as demais, de uma visão política sobre as demais. Será o momento da grande comunhão, a comunhão da coisa plural, a comunhão das diferenças. Isto não se consegue senão através de processos de longo discernimento, de diálogo, de contemplação e mútua estima. Por isso, a etapa prévia, o tempo das divisões tem que ver, não só com o espírito da injustiça, mas também com o Espírito de Deus!

Jesus - falando com Nicodemos - comparou o Espírito ao vento: "O vento sopra para onde quer, e você ouve sua voz, mas você não sabe donde vem nem para onde vai. Assim é tudo o que nasce do Espírito". O Espírito não tem origem, nem tem fim. Por isso é muito difícil de entender a originalidade de seu movimento neste mundo. A metáfora da instabilidade e da fantasia do vento evoca o Espírito. Este Espírito misterioso dá testemunho de Jesus e faz eficaz o seu querer. É invisível, porém move poderosamente o mundo, sem fazer barulho e sem espetáculo.

O Espírito não tem genealogia, nem morte, nem princípio nem fim. O Espírito não aspira o repouso. O Espírito é liberdade absoluta: não deve ser aprisionado em uma origem, nem em um destino final. O Espírito vai pôr um caminho que não vem de nenhuma parte, nem vai a nenhuma parte. A única coisa que podemos perceber do Espírito é o seu movimento contínuo, incessante, eterno. Assim como um vento invisível que desdobra uma força considerável e arranca as árvores, como um tufão incontrolável, como um mar embravecido... Não obstante, o Espírito não é uma força cega, é uma força do Reino de Deus, que completa sua vontade. O Espírito é a força da vida, não da morte. O movimento perene do Espírito tem um efeito no mundo: a VIDA... 

O Espírito é dinamismo para a vida. O Espírito libera as criaturas da dureza mecânica das leis cósmicas e dá autonomia aos seres de forma que se autogerem e se reproduzam. O Espírito é como a Água, em cujo ambiente a vida se reproduz. A vida é múltipla. O Espírito torna possível a vida abundante, plural. Receber a "VIDA DO ESPÍRITO" é ter o poder de transgredir o ciclo imperativo da natureza. O Espírito não é somente a Vida, é a liberdade. "Vai onde quer", tão pouco a liberdade tem origem, nem fim. A liberdade é a última realização da vida. 

A liberdade do Espírito - "onde o Espírito está, ali está a liberdade" - não é nenhuma arbitrariedade. O Espírito é o promotor de liberdades que se completam umas com as outras no movimento que Ele protagoniza. O importante não é ser livre, mas sê-lo na sinfonia de liberdades. A experiência concreta da liberdade cristã é o amor. Os carismas do Espírito têm sido concedidos "para uso comum". O carisma dos carismas, o que sobre passa a todos, é o amor. O amor é o Espírito derramado em nossos corações. Deus Pai nos deu o penhor do Espírito de forma que possamos glorifica-lo em suas imagens vivas que são as mulheres e os homens. Quem reconhece a seus irmãos e irmãs, esse conhece Deus!

O dom do Espírito não se adapta. É uma espada que separa. Quando o Espírito toca o coração, gera disfunções institucionais e sociais. A conversão que o Espírito provoca não se identifica com a conformidade, com a lei. O Espírito devolve uma vida perigosa para o "status quo". Isso foi o que aconteceu no dia de Pentecostes! Isto acontece em todo o Pentecostes! 

A divisão não é necessariamente um processo negativo. É uma garantia contra a impaciência. Os discípulos de Jesus queriam que fosse estabelecido o Reino de Deus o mais cedo possível. Jesus lhes pede paciência. Nossa impaciência nos levaria assumir funções que não nos correspondem. Somente aos anjos de Deus, como diz o Apocalipse, realizarão esta tarefa. Deus é um "deus paciente". A paciência gera esperança em Jesus. A ESPERA É UMA ARTE. A inspiração resulta depois da espera. Os tiramos, porém, são aqueles que "perdem a paciência". Agem sem inspiração. A espera humilde, é paciente. O Espírito conforta esta atitude. Por isso, o Espírito abre a tolerância. Esse é o caminho da liberdade plena!

Há beleza em nosso mundo, quando se recompõem o projeto original de Deus da variedade unificada! Há beleza que salva o mundo das hostilidades e violências. O Espírito da Beleza se derrama continuamente e faz com que o Amor vença.


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FONTES DE REFERÊNCIA


Jose Cristo Rey Garcia Paredes - Missionários Claretianos (Ciudad Redonda) 
Liturgia Diária – CNBB 
Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus (Dehonianos)