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II Domingo da Páscoa - (Ano B)

A liturgia deste II Domingo da Páscoa apresenta-nos essa comunidade de Homens Novos que nasce da cruz e da ressurreição de Jesus: a Igreja. A sua missão consiste em revelar aos homens a vida nova que brota da ressurreição.
Na primeira leitura temos, numa das “fotografia” que Lucas apresenta da comunidade cristã de Jerusalém, os traços da comunidade ideal: é uma comunidade formada por pessoas diversas, mas que vivem a mesma fé num só coração e numa só alma; é uma comunidade que manifesta o seu amor fraterno em gestos concretos de partilha e de dom e que, dessa forma, testemunha Jesus ressuscitado.
No Evangelho sobressai a ideia de que Jesus vivo e ressuscitado é o centro da comunidade cristã; é à volta d’Ele que a comunidade se estrutura e é d’Ele que ela recebe a vida que a anima e que lhe permite enfrentar as dificuldades e as perseguições. Por outro lado, é na vida da comunidade (na sua liturgia, no seu amor, no seu testemunho) que os homens encontram as provas de que Jesus está vivo.
A segunda leitura recorda aos membros da comunidade cristã os critérios que definem a vida cristã autêntica: o verdadeiro crente é aquele que ama Deus, que adere a Jesus Cristo e à proposta de salvação que, através d’Ele, o Pai faz aos homens e que vive no amor aos irmãos. Quem vive desta forma, vence o mundo e passa a integrar a família de Deus.


 


Primeira Leitura
Salmo Responsorial
Segunda Leitura
Evangelho
Comentário


Primeira Leitura
UM SÓ CORAÇÃO E UMA SÓ ALMA.
Leitura do Atos dos Apóstolos (4,32-35)


32A multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma.
Ninguém considerava como próprias as coisas que
possuía, mas tudo entre eles era posto em comum.
33Com grandes sinais de poder,
os apóstolos davam testemunho
da ressurreição do Senhor Jesus.
E os fiéis eram estimados por todos.
34Entre eles ninguém passava necessidade,
pois aqueles que possuíam terras ou casas,
vendiam-nas, levavam o dinheiro,
35e o colocavam aos pés dos apóstolos.
Depois, era distribuído 
conforme a necessidade de cada um.
Palavra do Senhor.


Referencias para reflexão da Primeira Leitura


1 - A comunidade cristã é uma “MULTIDÃO” que abraçou a mesma fé, isto é, aderiu a Jesus, aos seus valores, à sua proposta de vida. A Igreja não é um grupo unido por uma ideologia, ou por uma mesma visão do mundo, ou pela simpatia pessoal dos seus membros; mas é uma comunidade que agrupa pessoas de diferentes raças e culturas, unidas à volta de Jesus e do seu projeto de vida e que procuram encarnar a proposta de Jesus na realidade da sua vida quotidiana. Que lugar e que papel Jesus e as suas propostas ocupam na minha vida pessoal e na vida da minha comunidade cristã? Jesus é uma referência distante e pouco real, ou é uma presença constante, que me interroga, que me questiona e que me aponta caminhos?

2 - A comunidade cristã é uma FAMÍLIA UNIDA, onde os irmãos têm “um só coração e uma só alma”. Tal fato resulta da adesão a Jesus: seria um absurdo aderir a Jesus e ao seu projeto e, depois, conduzir a vida de acordo com mecanismos de divisão, de afastamento, de egoísmo, de orgulho, de autossuficiência… A minha comunidade cristã é uma comunidade de irmãos que vivem no amor, ou é um grupo de pessoas isoladas, onde cada membro procura defender os seus interesses, mesmo que para isso tenha de magoar e de espezinhar os outros? No que me diz respeito, esforço-me por amar todos, por respeitar a liberdade e a dignidade de todos, por potenciar os contributos e as qualidades de todos?

3 - A comunidade cristã é uma COMUNIDADE DE PARTILHA. No centro dessa comunidade está o Cristo do amor, da partilha, do serviço, do dom da vida… O cristão não pode, portanto, viver fechado no seu egoísmo, indiferente à sorte dos outros irmãos. Em concreto, o nosso texto fala na partilha dos bens… Uma comunidade onde alguns esbanjam os bens e onde outros não têm o suficiente para viver dignamente, será uma comunidade que testemunha, diante dos homens, esse mundo novo de amor que Jesus veio propor? Será cristão aquele que, embora indo à igreja, só pensa em acumular bens materiais, recusando-se a escutar os dramas e sofrimentos dos irmãos mais pobres? Será cristão aquele que, embora contribuindo com dinheiro para as necessidades da paróquia, explora os seus operários ou comete injustiças?

4 - A comunidade cristã é uma comunidade QUE TESTEMUNHA O SENHOR RESSUSCITADO. Como? Através de palavras elegantes e de discursos bem elaborados, capazes de seduzir e de manipular as massas? O testemunho mais impressionante e mais convincente será sempre o testemunho de vida dos discípulos… Se conseguirmos criar verdadeiras comunidades fraternas, que vivam no amor e na partilha, que sejam sinais no mundo dessa vida nova que Jesus veio propor, estaremos a anunciar que Jesus está vivo, que está atuando em nós e que, através de nós, Ele continua a apresentar ao mundo uma proposta de vida verdadeira.


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Salmo Responsorial
DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM;
ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!
Sl 117,2-4.16ab-18.22-24 (R. 1) 


DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM;
ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!'

2A casa de Israel agora o diga:
'Eterna é a sua misericórdia!'
3A casa de Aarão agora o diga:
'Eterna é a sua misericórdia!'
4Os que temem o Senhor agora o digam:
'Eterna é a sua misericórdia!'

DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM;
ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!'

16aA mão direita do Senhor fez maravilhas,
16ba mão direita do Senhor me levantou,
a mão direita do Senhor fez maravilhas!'
17Não morrerei, mas ao contrário, viverei
para cantar as grandes obras do Senhor!
18O Senhor severamente me provou,
mas não me abandonou às mãos da morte.

DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM;
ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!'

22'A pedra que os pedreiros rejeitaram,
tornou-se agora a pedra angular.
23Pelo Senhor é que foi feito tudo isso:
Que maravilhas ele fez a nossos olhos!
24Este é o dia que o Senhor fez para nós,
alegremo-nos e nele exultemos!

DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM;
ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!'


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Segunda Leitura
TODO AQUELE QUE NASCEU DE DEUS VENCEU O MUNDO
Leitura da Carta aos de São João (5,1-6)


Caríssimos:
1Todo o que crê que Jesus é o Cristo,
nasceu de Deus,
e quem ama aquele que gerou alguém,
amará também aquele que dele nasceu.
2Podemos saber que amamos os filhos de Deus,
quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos.
3Pois isto é amar a Deus:
observar os seus mandamentos.
E os seus mandamentos não são pesados,
4pois todo que nasceu de Deus vence o mundo.
E esta é a vitória que venceu o mundo:
a nossa fé.
5Quem é o vencedor do mundo,
senão aquele que crê
que Jesus é o Filho de Deus?
6Este é o que veio pela água e pelo sangue:
Jesus Cristo.
(Não veio somente com a água,
mas com a água e o sangue).
E o Espírito é que dá testemunho,
porque o Espírito é a Verdade.
Palavra do Senhor.


Referencias para reflexão da Segunda Leitura


1 - Na perspectiva do autor da Primeira Carta de João, o projeto de salvação que Deus apresentou ao homem passa por Jesus. Jesus que encarnou na nossa história, que nos revelou os caminhos do Pai, que com a sua morte mostrou aos homens o amor do Pai e que nos ensinou a amar até ao extremo do dom total da vida. Também na paixão e morte de Jesus se nos revela o caminho para nos tornarmos “FILHOS DE DEUS”: o processo passa por seguir o caminho de Jesus e por fazer da nossa vida um dom total de amor a Deus e aos nossos irmãos. Que é que Jesus significa para nós? Ele foi apenas um “homem bom” que a morte derrubou? Ou Ele é o Filho de Deus que veio ao nosso encontro para nos propor o caminho do amor total, a fim de chegarmos à vida definitiva? O caminho do amor, do dom, do serviço, da entrega que Cristo nos propôs é uma proposta que assumimos e procuramos viver?

2 - Amar a Deus e aderir a Jesus implica, na perspectiva do autor da Primeira Carta de João, o amor aos irmãos. Quem não ama os irmãos, não cumpre os mandamentos de Deus e não segue Jesus. É preciso que a nossa existência – a exemplo de Jesus – seja cumprida no amor a todos os que caminham pela vida ao nosso lado, especialmente aos mais pobres, aos mais humildes, aos marginalizados, aos abandonados, aos sem voz. O amor total e sem fronteiras, o amor que nos leva a oferecer integralmente a nossa vida aos irmãos, o amor que se revela nos gestos simples de serviço, de perdão, de solidariedade, de doação, está no nosso programa de vida?

3 - O autor da Primeira Carta de João também ensina, ainda, que o amor a Deus e a adesão a Cristo “VENCEM O MUNDO”. Os cristãos não se conformam com a lógica de egoísmo, de ódio, de injustiça, de violência que governa o mundo; a esta lógica, eles contrapõem a lógica do amor, a lógica de Jesus. O amor é um dinamismo que vence tudo aquilo que oprime o homem e que o impede de chegar à vida verdadeira e definitiva, à felicidade total. Ainda que o amor pareça, por vezes, significar fragilidade, debilidade, fracasso, frente à violência dos poderosos e dos senhores do mundo, a verdade é que o amor terá sempre a última e definitiva palavra. Só ele assegura a vida verdadeira e eterna, só ele é caminho para o mundo novo e melhor com que os homens sonham.


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Evangelho
OITO DIAS DEPOIS, JESUS ENTROU.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo Segundo João (20,19-31)


19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana,
estando fechadas, por medo dos judeus,
as portas do lugar onde os discípulos se encontravam,
Jesus entrou e pondo-se no meio deles,
disse: 'A paz esteja convosco'.
20Depois destas palavras,
mostrou-lhes as mãos e o lado.
Então os discípulos se alegraram
por verem o Senhor.
21Novamente, Jesus disse: 'A paz esteja convosco.
Como o Pai me enviou, também eu vos envio'.
22E depois de ter dito isto,
soprou sobre eles e disse: 'Recebei o Espírito Santo.
23A quem perdoardes os pecados 
eles lhes serão perdoados;
a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos'.
24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze,
não estava com eles quando Jesus veio.
25Os outros discípulos contaram-lhe depois:
'Vimos o Senhor!'. Mas Tomé disse-lhes:
'Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos,
se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos
e não puser a mão no seu lado, não acreditarei'.
26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos
novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles.
Estando fechadas as portas, Jesus entrou,
pôs-se no meio deles e disse: 'A paz esteja convosco'.
27Depois disse a Tomé:
'Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos.
Estende a tua mão e coloca-a no meu lado.
E não sejas incrédulo, mas fiel'.
28Tomé respondeu: 'Meu Senhor e meu Deus!'
29Jesus lhe disse: 'Acreditaste, porque me viste?
Bem-aventurados os que creram sem terem visto!'
30Jesus realizou muitos outros sinais
diante dos discípulos,
que não estão escritos neste livro.
31Mas estes foram escritos para que acrediteis que
Jesus é o Cristo, o Filho de Deus,
e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.
Palavra da Salvação.


Referencias para reflexão do Evangelho


1 – A catequese que João nos apresenta nos Evangelho garante-nos a presença de Cristo no meio da sua COMUNIDADE EM MARCHA PELA HISTÓRIA. Os discípulos de Jesus vivem no mundo, numa situação de fragilidade e de debilidade; experimentam, como os outros homens e mulheres, o sofrimento, o desalento, a frustração, o desânimo; têm medo quando o mundo escolhe caminhos de guerra e de violência; sofrem quando são atingidos pela injustiça, pela opressão, pelo ódio do mundo; conhecem a perseguição, a incompreensão e a morte… Mas são sempre animados pela esperança, pois sabem que Jesus está presente, oferecendo-lhes a sua paz e apontando-lhes o horizonte da vida definitiva. O cristão é sempre animado pela esperança que brota da presença a seu lado de Cristo ressuscitado. Não devemos, nunca, esquecer esta realidade.

2 - A presença de Cristo ao lado dos seus discípulos é sempre uma PRESENÇA RENOVADORA E TRANSFORMADORA. É esse Espírito que Jesus oferece continuamente aos seus, que faz deles homens e mulheres novos, capazes de amar até ao fim, ao jeito de Jesus; é esse Espírito que Jesus oferece aos seus, que faz deles testemunhas do amor de Deus e que lhes dá a coragem e a generosidade para continuarem no mundo a obra de Jesus.

3 - A comunidade cristã que gira em TORNO DE JESUS, RECEBE VIDA, AMOR E PAZ. Sem Jesus, estaremos secos e estéreis, incapazes de encontrar a vida em plenitude; sem Ele, seremos um rebanho de gente assustada, incapaz de enfrentar o mundo e de ter uma atitude construtiva e transformadora; sem Ele, estaremos divididos, em conflito, e não seremos uma comunidade de irmãos… Na nossa comunidade, Cristo é verdadeiramente o centro? É para Ele que tudo tende e é d’Ele que tudo parte?

4 - A comunidade tem de ser o lugar onde fazemos, verdadeiramente, a EXPERIÊNCIA DO ENCONTRO COM JESUS RESSUSCITADO. É nos gestos de amor, de partilha, de serviço, de encontro, de fraternidade, que encontramos Jesus vivo, transformando e renovando o mundo. É isso que a nossa comunidade testemunha? Quem procura Cristo ressuscitado, encontra-O em nós? O amor de Jesus – amor total, universal e sem medida – transparece nos nossos gestos?

5 - Não é em experiências pessoais, íntimas, fechadas, egoístas, que encontramos Jesus ressuscitado; mas o encontramos no DIÁLOGO COMUNITÁRIO, na PALAVRA PARTILHADA, no PÃO REPARTIDO, no amor que une os irmãos em comunidade de vida. O que é que significa, para mim, a Eucaristia?


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Comentário
UMA COMUNIDADE CRENTE


A fé sempre ocorre em comunidade. Jesus não é reconhecido na solidão, mas no relacionamento com os irmãos e irmãs que compõem a comunidade eclesial. É a comunidade de crentes que faz o caminho da fé, apoiando-se mutuamente, pondo em comum as dúvidas e dificuldades, as descobertas.... Os crentes correm o risco de acreditar em coisas comuns, o que é sempre mais complicado, mas mais prazeroso do que acreditar na solidão. Na relação fraterna, a confissão de fé torna-se um compromisso público que tenho que verificar em minha conduta cotidiana diante dos outros.

Essa realidade tão fundamental para a Igreja se reflete nas leituras deste domingo. Os Atos dos Apóstolos enfatizam o aspecto da partilha de tudo por parte da comunidade de crentes. Aqueles que formaram a Igreja nos primeiros dias tinham tudo em comum. No meio da comunidade, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor. O testemunho foi bem recebido e compartilhado. A fé foi compartilhada e celebrada. A vida também foi compartilhada em todas as suas dimensões. Então, ninguém estava necessitado. Todos consolavam-se na fé e em tudo o que é necessário para viver.

Mas isso não significa que a primeira comunidade não tivesse problemas, crer que era fácil para eles. Não era nem mesmo simples para os próprios apóstolos. A fé na ressurreição de Jesus não foi alcançada num piscar de olhos. Foi um processo no qual os apóstolos e os outros discípulos estavam crescendo juntos. O Evangelho de hoje é uma testemunha direta dessa realidade. Jesus se faz presente no meio dos discípulos, fala ao coração, confirma-nos na fé. Todo mundo se sente mais seguro. Todos menos Tomé, que não estava presente no momento em que Jesus apareceu. Não é que duvida-se. Ele simplesmente quer ter certeza de que é realmente Jesus quem aparece, que ele não é um fantasma ou uma ilusão. Ele não está disposto a dar sua vida por nada. É por isso que ele quer ver o sinal dos cravos e colocar o dedo no buraco. Ele quer ter a certeza de seguir a Jesus e não um fruto de sua imaginação. E ele viu e acreditou.

Hoje nos é proposto, comunidade cristã, encontrar Jesus. Não com o Jesus que imaginamos, mas com o verdadeiro Jesus dos Evangelhos. Somos forçados a ler o Evangelho detalhadamente. Para nos comprometermos a segui-lo, porque ele está vivo, porque ele ressuscitou. Acreditar em sua ressurreição compromete nossa vida de tal maneira que nada pode permanecer o mesmo. Na frente dos irmãos e irmãs nos comprometemos a viver como cristãos, como seus discípulos, 24 horas por dia.


Para a reflexão


Dizer que Jesus ressuscitou significa crer na vida eterna, mas também tem alguma consequência? Como posso ser um sinal de ressurreição para aqueles que vivem comigo, para minha família ou minha comunidade? Eu me atrevo a me comprometer a ser um cristão na frente da minha comunidade?


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FONTES DE REFERÊNCIA


Liturgia - A Palavra de Deus na Vida – CNBB 
Ciudad Redonda: Comunidad Católica
Família Dehoniana


 

 

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