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XXXIII Domingo do Tempo Comum (Ano B)

A liturgia do XXXIII Domingo do Comum apresenta-nos, fundamentalmente, um convite à esperança. Convida-nos a confiar nesse Deus libertador, Senhor da história, que tem um projeto de vida definitiva para os homens. Ele vai - dizem os nossos textos - mudar a noite do mundo numa aurora de vida sem fim.
A primeira leitura anuncia aos crentes perseguidos e desanimados a chegada iminente do tempo da intervenção libertadora de Deus para salvar o Povo fiel. É esta a esperança que deve sustentar os justos, chamados a permanecerem fiéis a Deus, apesar da perseguição e da prova. A sua constância e fidelidade serão recompensadas com a vida eterna.
No Evangelho, Jesus garante-nos que, num futuro sem data marcada, o mundo velho do egoísmo e do pecado vai cair e que, em seu lugar, Deus vai fazer aparecer um mundo novo, de vida e de felicidade sem fim. Aos seus discípulos, Jesus pede que estejam atentos aos sinais que anunciam essa nova realidade e disponíveis para acolher os projetos, os apelos e os desafios de Deus.
A segunda leitura lembra que Jesus veio ao mundo para concretizar o projeto de Deus no sentido de libertar o homem do pecado e de inseri-lo numa dinâmica de vida eterna. Com a sua vida e com o seu testemunho, Ele ensinou-nos a vencer o egoísmo e o pecado e a fazer da vida um dom de amor a Deus e aos irmãos. É esse o caminho do mundo novo e da vida definitiva.



Primeira Leitura
Salmo
Segunda Leitura
Evangelho
Comentário


Primeira Leitura
NESSE TEMPO, TEU POVO SERÁ SALVO.
Leitura da Profecia de Daniel (Dn 12,1-3)


1Naquele tempo, se levantará Miguel,
o grande príncipe,
defensor dos filhos de teu povo;
e será um tempo de angústia,
como nunca houve até então,
desde que começaram a existir nações.
Mas, nesse tempo, teu povo será salvo,
todos os que se acharem inscritos no Livro.
2Muitos dos que dormem no pó da terra, despertarão,
uns para a vida eterna,
outros para o opróbrio eterno.
3Mas os que tiverem sido sábios,
brilharão como o firmamento;
e os que tiverem ensinado a muitos homens
os caminhos da virtude,
brilharão como as estrelas,
por toda a eternidade.
Palavra do Senhor.


Referencias para reflexão da Primeira Leitura


A reflexão pode ser realizada a partir das seguintes sugestões:

01 - A mensagem de esperança que o texto nos deixa destinava-se a animar os crentes que sofriam a perseguição numa época e num contexto particular. No entanto, é uma mensagem válida para os crentes de todas as épocas e lugares. A “perseguição” por causa da fidelidade aos valores em que acreditamos é uma realidade que todos conhecemos e que faz parte da nossa existência comprometida. Hoje, essa “perseguição” nem sempre é sangrenta; manifesta-se, muitas vezes, em atitudes de marginalização ou de rejeição, em ditos humilhantes, em atitudes provocatórias, na colagem de “rótulos” (“conservadores”, “atrasados”, “fora de moda”), em julgamentos apressados e injustos, em preconceitos e oposições… Contudo, é sempre uma realidade que faz sofrer o Povo de Deus. Este texto garante-nos que Deus nunca abandona o seu Povo em marcha pela história e que a vitória final será daqueles que se mantiverem fiéis às propostas e aos caminhos de Deus. Esta certeza constitui um “capital de esperança” que deve animar a nossa caminhada diária pelo mundo.

02 - O Livro de Daniel põe, também, a questão da fidelidade aos valores verdadeiramente importantes, que estão para além das conveniências políticas e sociais, ou das imposições e perspectivas de quem dita a moda… Daniel, o personagem central do livro, é uma figura interpelante, que nos convida a não transigirmos com os valores efêmeros, sobretudo quando eles põem em causa os valores essenciais. O cristão não é uma “vara agitada pelo vento” que, por interesse ou por cálculo, esquece os valores e as exigências fundamentais da sua fé; mas é “PROFETA” que, em permanente diálogo com o mundo e sem se alhear do mundo, procura dar testemunho dos valores perenes, dos valores de Deus.

03 - A certeza da presença de Deus em acompanhar a caminhada dos crentes e a convicção de que a vitória final será de Deus e dos seus fiéis, permite-nos olhar a história da humanidade com confiança e esperança. O cristão não pode ser, portanto, um “profeta da desgraça”, que tem permanentemente uma perspectiva escura da história e que olha o mundo com pessimismo; mas tem de ser uma pessoa alegre e confiante, que olha para o futuro com serenidade e esperança, pois sabe que, presidindo à história dos homens, está esse Deus que protege, que cuida e que ama cada um dos seus filhos.

04 - O texto garante a vida eterna àqueles que procuraram viver na fidelidade aos valores de Deus. A certeza de que a vida não acaba na morte liberta-nos do medo e dá-nos a coragem do compromisso. Podemos, serenamente, enfrentar neste mundo as forças da opressão e da morte, porque sabemos que elas não conseguirão derrotar-nos: no final da nossa caminhada por este mundo, está sempre a vida eterna e verdadeira, que Deus reserva para os que estão “inscritos no livro da vida”.

início


Salmo
GUARDAI-ME, Ó DEUS, PORQUE EM VÓS ME REFUGIO!
Sl 15,5.8.9-10.11 (R.1a)


Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!

Ó Senhor, sois minha herança e minha taça,
meu destino está seguro em vossas mãos!
Tenho sempre o Senhor ante meus olhos,
pois se o tenho a meu lado não vacilo.
Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!
Eis por que meu coração está em festa,
minha alma rejubila de alegria,
e até meu corpo no repouso está tranquilo;
pois não haveis de me deixar entregue à morte,
nem vosso amigo conhecer a corrupção.
Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!
Vós me ensinais vosso caminho para a vida;
junto a vós, felicidade sem limites,
delícia eterna e alegria ao vosso lado!
Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!


início


Segunda Leitura 
COM ESTA ÚNICA OFERENDA, LEVOU À PERFEIÇÃO
DEFINITIVA OS QUE ELE SANTIFICA.

Leitura da Carta aos Hebreus (Hb 10,11-14.18)


11Todo sacerdote se apresenta diariamente
para celebrar o culto,
oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios,
incapazes de apagar os pecados.
12Cristo, ao contrário,
depois de ter oferecido um sacrifício único pelos
pecados, sentou-se para sempre à direita de Deus.
13Não lhe resta mais senão esperar
até que seus inimigos sejam postos debaixo de seus pés.
14De fato, com esta única oferenda,
levou à perfeição definitiva os que ele santifica.
18Ora, onde existe o perdão,
já não se faz oferenda pelo pecado.
Palavra do Senhor.

Referencias para reflexão da Segunda Leitura


A reflexão pode ter como referência as seguintes linhas:

01 - O pecado, consequência da nossa finitude, é sempre uma realidade que impede a comunhão plena com Deus e o acesso à vida verdadeira. É, portanto, algo que constitui um obstáculo à nossa realização plena, ao aparecimento do Homem Novo. Estaremos, em consequência, fatalmente condenados a não realizar a nossa vocação de comunhão com Deus e a não concretizar o nosso desejo de vida em plenitude? A segunda leitura deste domingo garante-nos que Deus não abandona o homem que faz, mesmo conscientemente, opções erradas. O nosso egoísmo, o nosso orgulho, a nossa autossuficiência, o nosso comodismo, o nosso pecado não têm a última palavra e não nos afastam decisivamente da comunhão com Deus e da vida eterna; a última palavra é sempre do amor de Deus e da sua vontade de salvar o homem.

02 - Jesus, o Filho amado de Deus, veio ao mundo para concretizar o projeto de Deus no sentido de nos libertar do pecado e de nos inserir numa dinâmica de vida eterna. Com a sua vida e com o seu testemunho, Ele ensinou-nos a vencer o egoísmo e o pecado e a fazer da vida um dom de amor a Deus e aos irmãos. No dia do nosso Baptismo, aderimos ao projeto de vida que Jesus nos apresentou e passámos a integrar a comunidade dos filhos de Deus. Resta-nos, agora, seguir os passos de Jesus e percorrer, dia a dia, esse caminho de amor e de serviço que Ele nos deixou em herança. É um compromisso sério e exigente, que necessita de ser continuamente renovado. O nosso compromisso com Jesus e com a sua proposta de vida exige que, como Ele, vivamos no amor, na partilha, no serviço, se necessário até ao dom total da vida; exige que lutemos, sem desanimar, contra tudo aquilo que rouba a vida do homem e o impede de chegar à vida plena; exige que sejamos, no meio do mundo, testemunhas de uma dinâmica nova – a dinâmica do amor. A nossa vida tem sido coerente com esse compromisso?

03 - Cristo gastou toda a sua existência na luta contra tudo aquilo que escraviza o homem e lhe rouba o acesso à vida verdadeira. A sua morte na cruz foi uma consequência de ter enfrentado as forças do egoísmo e do pecado que oprimiam os homens. Contudo, a morte não O venceu e Ele “sentou-Se para sempre à direita de Deus”. O seu triunfo garante-nos que uma vida feita dom de amor não é uma vida perdida e fracassada, mas é uma vida destinada à eternidade. Quem, como Ele, luta para vencer o pecado que escraviza os homens, chegará à comunhão plena com Deus, à vida eterna. Esta certeza deve animar a nossa caminhada e dar-nos a coragem do compromisso. Ainda que as forças da morte nos ameacem, o exemplo de Cristo deve animar-nos a prosseguir o nosso combate contra o egoísmo, a injustiça, a opressão, o pecado.


início


Evangelho
ELE REUNIRÁ OS ELEITOS DE DEUS, DE
UMA EXTREMIDADE À OUTRA DA TERRA.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos (13,24-32)


Naquele tempo:
Jesus disse a seus discípulos:
24'Naqueles dias, depois da grande tribulação,
o sol vai se escurecer, e a lua não brilhará mais,
25as estrelas começarão a cair do céu
e as forças do céu serão abaladas.
26Então vereis o Filho do Homem vindo nas nuvens
com grande poder e glória.
27Ele enviará os anjos aos quatro cantos da terra
e reunirá os eleitos de Deus,
de uma extremidade à outra da terra.
28Aprendei, pois, da figueira esta parábola:
quando seus ramos ficam verdes
e as folhas começam a brotar,
sabeis que o verão está perto.
29Assim também, quando virdes acontecer essas coisas,
ficai sabendo que o Filho do Homem está próximo,
às portas.
30Em verdade vos digo,
esta geração não passará até que tudo isto aconteça.
31O céu e a terra passarão,
mas as minhas palavras não passarão.
32Quanto àquele dia e hora, ninguém sabe,
nem os anjos do céu, nem o Filho, mas somente o Pai.
Palavra da Salvação.

Referencias para reflexão do Evangelho


Para refletir e partilhar este texto, considerar os seguintes dados:

01 - Ver os telejornais ou escutar os noticiários é, com frequência, uma experiência que nos intranquiliza e que nos deprime. Os dramas dessa aldeia global que é o mundo entram em nossa casa, sentam-se à nossa mesa, apossam-se da nossa existência, perturbam a nossa tranquilidade, escurecem o nosso coração. A guerra, a opressão, a injustiça, a miséria, a escravidão, o egoísmo, a exploração, o desprezo pela dignidade do homem nos atingem, mesmo quando acontecem a milhares de quilómetros do pequeno mundo onde nos movemos todos os dias. As sombras que marcam a história atual da humanidade tornam-se realidades próximas, tangíveis, que nos inquietam e nos desesperam. Feridos e humilhados, duvidamos de Deus, da sua bondade, do seu amor, da sua vontade de salvar o homem, das suas promessas de vida em plenitude. A Palavra de Deus que hoje nos é servida abre, contudo, a porta à esperança. Reafirma, uma vez mais, que Deus não abandona a humanidade e está determinado a transformar o mundo velho do egoísmo e do pecado num mundo novo de vida e de felicidade para todos os homens. A humanidade não caminha para o holocausto, para a destruição, para o sem sentido, para o nada; mas caminha ao encontro da vida plena, ao encontro desse mundo novo em que o homem, com a ajuda de Deus, alcançará a plenitude das suas possibilidades.

02 - Os cristãos, convictos de que Deus tem um projeto de vida para o mundo, têm de ser testemunhas da esperança. Eles não leem a história atual da humanidade como um conjunto de dramas que apontam para um futuro sem saída; mas veem os momentos de tensão e de luta que hoje marcam a vida dos homens e das sociedades como sinais de que o mundo velho irá ser transformado e renovado, até surgir um mundo novo e melhor. Para o cristão, não faz qualquer sentido deixar-se dominar pelo medo, pelo pessimismo, pelo desespero, por discursos negativos, por angústias a propósito do fim do mundo… Os nossos contemporâneos têm de ver em nós, não gente deprimida e assustada, mas gente a quem a fé dá uma visão optimista da vida e da história e que caminha, alegre e confiante, ao encontro desse mundo novo que Deus nos prometeu.

03 - É Deus, o Senhor da história, que irá fazer nascer um mundo novo; contudo, Ele conta com a nossa colaboração na concretização desse projeto. A religião não é ópio que adormece os homens e os impede de se comprometerem com a história… Os cristãos não podem ficar de braços cruzados à espera que o mundo novo caia do céu; mas são chamados a anunciar e a construir, com a sua vida, com as suas palavras, com os seus gestos, esse mundo que está nos projetos de Deus. Isso implica, antes de mais, um processo de conversão que nos leve a suprimir aquilo que, em nós e nos outros, é egoísmo, orgulho, prepotência, exploração, injustiça (mundo velho); isso implica, também, testemunhar em gestos concretos, os valores do mundo novo – a partilha, o serviço, o perdão, o amor, a fraternidade, a solidariedade, a paz.

04 - Esse Deus que não abandona os homens na sua caminhada histórica vem continuamente ao nosso encontro para nos apresentar os seus desafios, para nos fazer entender os seus projetos, para nos indicar os caminhos que Ele nos chama a percorrer. Da nossa parte, precisamos de estar atentos à sua proximidade e reconhecê-l’O nos sinais da história, no rosto dos irmãos, nos apelos dos que sofrem e que buscam a libertação. O cristão não pode fechar-se no seu canto e ignorar Deus, os seus apelos e os seus projetos; mas tem de estar atento e de notar os sinais através dos quais Deus Se dirige aos homens e lhes aponta o caminho do mundo novo.


início


Comentário
DA TRIBULAÇÃO À ESPERANÇA


Por que imaginamos a vinda última de Cristo como uma ameaça? O Evangelho, é verdadeiro, diz-nos que este mundo será destruído, mais se supõe que temos posta nossa esperança em Cristo, não neste mundo. Ou não? E supõe-se que de Cristo esperamos a salvação, a vida, a misericórdia, o perdão. Ou não?

A realidade é que há toda uma mitologia, toda uma forma de pensar e imaginar o fim deste mundo que gira em torno do desastre, da destruição, da morte, da violência e tudo o que é precisamente contrário do que podemos esperar de Jesus. Nos últimos tempos foram lançados no cinema numerosos filmes sobre o tema. Essa forma de pensar, essas ideias, parece que estão metidas em nossa mente, na forma de pensar dos povos, desde muito antes.

O Apocalipse como destruição

Nessas histórias sempre há algo, uma causa externa ou física, que causa a destruição de nosso mundo. Pode ser um asteróide que vai se chocar contra a Terra, um terremoto, uma tormenta, uma guerra atômica. A conclusão é sempre a mesma: nosso mundo - e há que sublinhar o “nosso”- termina, se acaba. Desaparece a estabilidade, a segurança das relações humanas que nos permitem viver. E os sobreviventes, se há, voltam a uma situação anterior na história, bem mais penosa, mais difícil, mais insegura.

Em nossa mente, nos os cristãos lemos também estes textos apocalípticos. Que se convertem para nós em fonte de ameaça. A vinda de Cristo já não é desejada nem esperada senão temida. Pensar nela nos produz pavor, terror, medo. Parece que no julgamento já não vamos ter nenhuma possibilidade de defesa. E mais, diríamos que é um julgamento, o de Deus, que quase não é julgamento porque dá a impressão de que estamos previamente condenados. Não há nada que fazer. Não há esperança. Deus tem medido a cada uma de nossas ações, pensamentos e desejos. Não há escapatória. Não existe defesa. Não valem as desculpas. Seu dedo acusador nos assinalará sem compaixão. E a espada de fogo do anjo de turno nos arrojará de sua presença e nos enviará ao inferno.

O Evangelho da esperança

Tudo isso tem muito pouco que ver com o Evangelho. Tem muito pouco que ver com as leituras como as deste domingo. Certo que falam do fim do nosso mundo. Porque este mundo tem data de caducidade. O passo do tempo persegue-lhe como uma ameaça. Nada dura para sempre. Nossa própria vida está ameaçada de morte. E nossa morte significa a morte e desaparecimento de nosso mundo.

Porém, aí está a primeira leitura do profeta Daniel. Reconhece que esse será um “tempo de angústia”. Porém esse é precisamente o tempo no qual surgirá Miguel, o que “defende aos filhos de teu povo”. E diz também que “naquele tempo se salvará teu povo”. É que Deus não vai deixar fora de sua mão seus filhos. Pode o pai abandonar os seus filhos e condená-los à morte? Pode o Criador comprazer na destruição de sua própria criação?

No Evangelho também se fala desse último momento. Também é momento de tribulação. Mas precisamente nesse momento é quando aparecerá o Filho do Homem para reunir dos quatro ventos seus eleitos. O texto não quer ser uma ameaça mais precisamente ao contrário. As palavras de Jesus querem suscitar nossa esperança. Nem no meio das maiores dificuldades Deus deixa-nos de sua mão. Somos seus filhos. Esta humanidade doente é sua família e não a vai abandonar nunca. Ao final, triunfará a misericórdia, o amor, o perdão. Ao final, o Filho do Homem nos trará a vida e a vida em plenitude. A todos, começando por aqueles aos que lhes tocou a pior parte neste mundo.

É momento de levantar a cabeça e deixar que a esperança faça brotar um sorriso em nosso rosto. E de dar a mão a todos para compartilhar essa esperança e não deixar que nenhum irmão fique atrás.


início


 

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